Meus caminhos
Não saber onde estou indo
Aventuras sem sentido
Vivendo como vivo
Sigo caminhando sozinho
A loucura me cerca
Tenta me possuir
Mas sem sucesso
A unica saida e desistir
O sorriso surge
A vida uma brincadeira
Uma festa eterna
Altos e baixos
Sempre havera
Levando a vida
Para onde ela quer que eu va
Adriano Xavier 14/09/2010
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terça-feira, 14 de setembro de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Meus Sentimentos
Me sinto perdido
Desorientado
Sem referencial
Me sinto desgovernado
Sem sentido
Sem destino
Me sinto cambaleando
Pela estrada da vida
Vou tropeçando nas pedras que encontro
Vou seguindo
Vou vivendo meus baixos
Seguindo de encontro
Com a esperança
Que se afasta
Se esconde
Que foge de mim
Por entre meus obstáculos.
Me sinto triste
Baixo astral
Me sinto afogado
Em duvidas
Me sinto perturbado pelo sol
Me sinto acalmado pela noite
Me sinto sufocado
Som as palavras que se agarram em minha garganta
Me sinto sozinho
No vazio de minha mente
Me sinto enganado pelos meus olhos
Que distorcem tudo que vejo
Me sinto mudo
Pois ninguém me ouve
Me sinto um nada
Pois ninguém me quer
Ninguém me deseja
Me sinto deseperado
Em busca de algo
Que não encontro
Algo que não sei o que é
Me sinto suportado
Por pena
Por dó
Me sinto sem forças
De lutar contra os que me ferem
Me sinto assim
Talvez uma pessoa
Talvez ninguém!
Adriano Souza 27/12/05
Desorientado
Sem referencial
Me sinto desgovernado
Sem sentido
Sem destino
Me sinto cambaleando
Pela estrada da vida
Vou tropeçando nas pedras que encontro
Vou seguindo
Vou vivendo meus baixos
Seguindo de encontro
Com a esperança
Que se afasta
Se esconde
Que foge de mim
Por entre meus obstáculos.
Me sinto triste
Baixo astral
Me sinto afogado
Em duvidas
Me sinto perturbado pelo sol
Me sinto acalmado pela noite
Me sinto sufocado
Som as palavras que se agarram em minha garganta
Me sinto sozinho
No vazio de minha mente
Me sinto enganado pelos meus olhos
Que distorcem tudo que vejo
Me sinto mudo
Pois ninguém me ouve
Me sinto um nada
Pois ninguém me quer
Ninguém me deseja
Me sinto deseperado
Em busca de algo
Que não encontro
Algo que não sei o que é
Me sinto suportado
Por pena
Por dó
Me sinto sem forças
De lutar contra os que me ferem
Me sinto assim
Talvez uma pessoa
Talvez ninguém!
Adriano Souza 27/12/05
sábado, 18 de julho de 2009
Ser livre
Sentir a brisa
Trazendo o doce aroma
De seu perfume
Olhar o ceu
Quase tocar o infinito
O sentimento puro
Perto de voce
Lindo sorriso
Iluminando todo o caminho
Ate ti
Osabor de seus labios
Quase um sonho
Que seja essa eternidade
De viver!!
Entao, gostaria que voces me ajudassem a escolher um titulo para esse poema!!!
Obrigado a todos
PS:Desculpem por ter sumido assim, estava refletindo um pouco!!!!
Sentir a brisa
Trazendo o doce aroma
De seu perfume
Olhar o ceu
Quase tocar o infinito
O sentimento puro
Perto de voce
Lindo sorriso
Iluminando todo o caminho
Ate ti
Osabor de seus labios
Quase um sonho
Que seja essa eternidade
De viver!!
Entao, gostaria que voces me ajudassem a escolher um titulo para esse poema!!!
Obrigado a todos
PS:Desculpem por ter sumido assim, estava refletindo um pouco!!!!
domingo, 10 de maio de 2009
Partida
Acordo um dia
E vejo o que não restou
Nada que sobrou
A casa vazia
As fotos
Apagaram
O cheiro
Já nem sinto mais
Lembranças vagam
Em minha cabeça
Você se foi
E não ira voltar
Acho que tive uma chance
De voltar e corrigir
Mas os erros se repetem
A cada momento
Você foi escapando
Por entre meus dedos
E agora esta distante
Demais para alcançar
Acho que tive uma chance
De aceitar suas idéias
Mas agora elas se foram
Feridas abertas ainda choram no silencio
Desta casa
Sua essência ficou
Misturada a minha dor
Que vai passando
Pouco a pouco.
Ate não restar mais a saudade.
E vejo o que não restou
Nada que sobrou
A casa vazia
As fotos
Apagaram
O cheiro
Já nem sinto mais
Lembranças vagam
Em minha cabeça
Você se foi
E não ira voltar
Acho que tive uma chance
De voltar e corrigir
Mas os erros se repetem
A cada momento
Você foi escapando
Por entre meus dedos
E agora esta distante
Demais para alcançar
Acho que tive uma chance
De aceitar suas idéias
Mas agora elas se foram
Feridas abertas ainda choram no silencio
Desta casa
Sua essência ficou
Misturada a minha dor
Que vai passando
Pouco a pouco.
Ate não restar mais a saudade.
sábado, 2 de maio de 2009
Uma flor de Esperança
Ando por caminhos desconhecidos
Meus olhos ardem,lacrimejam
Dentro de mim nasce a tristeza
Vejo total destruição
Em todos os lados
Em todos os cantos
Derramo as lágrimas
Salgadas,frias
Abaixo minha cabeça
Um sorriso surge em meus lábios
Nasce uma esperança
Vejo uma coisa frágil e delicada
Que me hipnotiza e em impede de tocá-la
Como algo tão belo
Surge em meio ao caos
Sua beleza é tocante
Sua pureza,admirável
Sua força ,impressionante
Como cresceu ali
Como sobreviveu esse tempo
Vejo a vida nessa simples flor.
Nada parece afetá-la
Sua resistência é enorme
A esperança aumenta
A cada segundo que a vejo ali
Ainda estou perdido
Mas parece que me encontrei
Uma flor
Tao delicada,
Ta frágil,
Tao forte,
Tao resistente
O exemplo de vida
A harmonia da natureza
Uma flor
Me deu um propósito
Viver com força
Viver com a alma
Adriano Souza
Meus olhos ardem,lacrimejam
Dentro de mim nasce a tristeza
Vejo total destruição
Em todos os lados
Em todos os cantos
Derramo as lágrimas
Salgadas,frias
Abaixo minha cabeça
Um sorriso surge em meus lábios
Nasce uma esperança
Vejo uma coisa frágil e delicada
Que me hipnotiza e em impede de tocá-la
Como algo tão belo
Surge em meio ao caos
Sua beleza é tocante
Sua pureza,admirável
Sua força ,impressionante
Como cresceu ali
Como sobreviveu esse tempo
Vejo a vida nessa simples flor.
Nada parece afetá-la
Sua resistência é enorme
A esperança aumenta
A cada segundo que a vejo ali
Ainda estou perdido
Mas parece que me encontrei
Uma flor
Tao delicada,
Ta frágil,
Tao forte,
Tao resistente
O exemplo de vida
A harmonia da natureza
Uma flor
Me deu um propósito
Viver com força
Viver com a alma
Adriano Souza
segunda-feira, 27 de abril de 2009
O Intimo
Dentro de mim
Guardo um sentimento
Forte,
Doce,
Amargo,
Ruim.
Meus momentos de raiva
Eles se afloram
Momentos de alegria
Eles são adormecidos
Eu não sei quem sou
Não sei como sou
Às vezes fico surpreso
Pelo que vejo
E às vezes
Não tento impedir
Que eles se libertem
E que revelem
Quem sou
Quem realmente sou.
Algum dia
Vão me conhecer
Vou me conhecer
O intimo se mostrara
E qualquer duvida
Acabara
Guardo um sentimento
Forte,
Doce,
Amargo,
Ruim.
Meus momentos de raiva
Eles se afloram
Momentos de alegria
Eles são adormecidos
Eu não sei quem sou
Não sei como sou
Às vezes fico surpreso
Pelo que vejo
E às vezes
Não tento impedir
Que eles se libertem
E que revelem
Quem sou
Quem realmente sou.
Algum dia
Vão me conhecer
Vou me conhecer
O intimo se mostrara
E qualquer duvida
Acabara
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Versos
O que busco
Não sei dizer
Só ando e ando
Por linhas
Por palavras
Versos
Que escrevo
E não dizem nada
Versos
Que fogem de mim.
Por onde sigo
Já não há luz
Nessa escuridão
Escrevo atrás de uma saída
Versos
Que me prendem
Versos
Que me escondem
Por de trás das mentiras
Versos
Que escrevo
E não dizem nada
Versos
Apenas versos!
Adriano 10/04/09 19:52h
Esse em primeira mão para vocês que lêem e gostam do meu blog!
Obrigado
Não sei dizer
Só ando e ando
Por linhas
Por palavras
Versos
Que escrevo
E não dizem nada
Versos
Que fogem de mim.
Por onde sigo
Já não há luz
Nessa escuridão
Escrevo atrás de uma saída
Versos
Que me prendem
Versos
Que me escondem
Por de trás das mentiras
Versos
Que escrevo
E não dizem nada
Versos
Apenas versos!
Adriano 10/04/09 19:52h
Esse em primeira mão para vocês que lêem e gostam do meu blog!
Obrigado
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Às vezes
Às vezes deixo passar
O que a vida me da de melhor
Às vezes sinto o tempo passar
E eu aqui esperando algo
Às vezes vejo um sonho passar
E eu nem penso em agarrar
Às vezes sei que a amizade vai passar
E eu não tento evitar que se vá
Às vezes mudo de ar
Já que a rotina cansa
Às vezes choro sem pensar
Já que tudo e surpresa
Às vezes ando por andar
Sem saber onde vou chegar
Às vezes fico em total silencio
Pois não tenho palavras
Às vezes fino acreditar
Que tudo passa
Às vezes me fecho no meu mundo
Por que tenho medo de enfrentar
Às vezes olho para o céu
Que esta sem estrelas para brilhar
Às vezes olho para a lua
Que me nega o seu olhar
Às vezes tento mudar
Colocar fantasias para me esconder
Às vezes tento desabafar
Mas só uma caneta consegue me suportar
Às vezes quero me sentir longe
E só um musica me faz viajar
Às vezes me olho no espelho e penso
Mais um dia a viver
Às vezes tenho vontade de gritar
Só que me falta voz para isso
Às vezes não sei com falar
Como me expressar
Como escrever
Só deixo meu coração me guiar!
Adriano X. Souza
16/09/2007
O que a vida me da de melhor
Às vezes sinto o tempo passar
E eu aqui esperando algo
Às vezes vejo um sonho passar
E eu nem penso em agarrar
Às vezes sei que a amizade vai passar
E eu não tento evitar que se vá
Às vezes mudo de ar
Já que a rotina cansa
Às vezes choro sem pensar
Já que tudo e surpresa
Às vezes ando por andar
Sem saber onde vou chegar
Às vezes fico em total silencio
Pois não tenho palavras
Às vezes fino acreditar
Que tudo passa
Às vezes me fecho no meu mundo
Por que tenho medo de enfrentar
Às vezes olho para o céu
Que esta sem estrelas para brilhar
Às vezes olho para a lua
Que me nega o seu olhar
Às vezes tento mudar
Colocar fantasias para me esconder
Às vezes tento desabafar
Mas só uma caneta consegue me suportar
Às vezes quero me sentir longe
E só um musica me faz viajar
Às vezes me olho no espelho e penso
Mais um dia a viver
Às vezes tenho vontade de gritar
Só que me falta voz para isso
Às vezes não sei com falar
Como me expressar
Como escrever
Só deixo meu coração me guiar!
Adriano X. Souza
16/09/2007
Meu mundo Minha vida
Só
Estou em minha mente
Não consigo pensar
Os sonhos desaparecem
Pensamentos me deixam
Nada a minha volta
Agora sei que estou só
Meditando
Me concentrando
Em que?
Não sei dizer
Alguém?
Algum lugar?
Não vejo nada
Somente o breu
O tempo parece não passar
Sem gestos
Continuo parado
Me concentrando mais.
Em algum ligar estou
Na felicidade
Que pra mim desejo
Sinto uma brisa me tocar
Perco a concentração
Perco minha felicidade
E aqui estou
No silencio do meu quarto
No inabitável momento
Na solidão do meu mundo
Solidão que se quebra
Abre-se a porta
Vejo alguém
Ouço me chamar
Ignoro!
Ninguém toa importante
Estou só de novo
Entro no meu mundo
Concentrado
Agora tenho sonhos
Imagens
Estou feliz
Mas logo acaba
E logo penso
Tenho uma vida
Vou vive-la
Adriano
Estou em minha mente
Não consigo pensar
Os sonhos desaparecem
Pensamentos me deixam
Nada a minha volta
Agora sei que estou só
Meditando
Me concentrando
Em que?
Não sei dizer
Alguém?
Algum lugar?
Não vejo nada
Somente o breu
O tempo parece não passar
Sem gestos
Continuo parado
Me concentrando mais.
Em algum ligar estou
Na felicidade
Que pra mim desejo
Sinto uma brisa me tocar
Perco a concentração
Perco minha felicidade
E aqui estou
No silencio do meu quarto
No inabitável momento
Na solidão do meu mundo
Solidão que se quebra
Abre-se a porta
Vejo alguém
Ouço me chamar
Ignoro!
Ninguém toa importante
Estou só de novo
Entro no meu mundo
Concentrado
Agora tenho sonhos
Imagens
Estou feliz
Mas logo acaba
E logo penso
Tenho uma vida
Vou vive-la
Adriano
terça-feira, 7 de abril de 2009
Horizontes
Sigo em frente
Sem olhar para tras
Sigo adiante
Em busca de algo mais.
Sigo minha vida
Persigo meu destino
Atravez de um caminho
Que pra mim não havia
Ando pelos horizontes
Vasculhando cada canto
A procura de um recanto
Que guarda minhas fontes
Sigo sem saber
Quando vou chegar
Onde vou me achar
Quando vou me rever
Ando pelos horizontes
Revendo meu passado
Relembrando cada passo
Do meu caminho petulante
Sigo em frente
Minha vida
Sem saber
Pelos horizontes.
Adriano
Sem olhar para tras
Sigo adiante
Em busca de algo mais.
Sigo minha vida
Persigo meu destino
Atravez de um caminho
Que pra mim não havia
Ando pelos horizontes
Vasculhando cada canto
A procura de um recanto
Que guarda minhas fontes
Sigo sem saber
Quando vou chegar
Onde vou me achar
Quando vou me rever
Ando pelos horizontes
Revendo meu passado
Relembrando cada passo
Do meu caminho petulante
Sigo em frente
Minha vida
Sem saber
Pelos horizontes.
Adriano
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Meus sentimentos
Me sinto perdido
Desorientado
Sem referencial
Me sinto desgovernado
Sem sentido
Sem destino
Me sinto cambaleando
Pela estrada da vida
Vou tropeçando nas pedras que encontro
Vou seguindo
Vou vivendo meus baixos
Seguindo de encontro
Com a esperança
Que se afasta
Se esconde
Que foge de mim
Por entre meus obstáculos.
Me sinto triste
Baixo astral
Me sinto afogado
Em duvidas
Me sinto perturbado pelo sol
Me sinto acalmado pela noite
Me sinto sufocado
O som das palavras que se agarram em minha garganta
Me sinto sozinho
No vazio de minha mente
Me sinto enganado pelos meus olhos
Que distorcem tudo que vejo
Me sinto mudo
Pois ninguém me ouve
Me sinto um nada
Pois ninguém me quer
Ninguém me deseja
Me sinto desesperado
Em busca de algo
Que não encontro
Algo que não sei o que é
Me sinto suportado
Por pena
Por dó
Me sinto sem forças
De lutar contra os que me ferem
Me sinto assim
Talvez uma pessoa
Talvez ninguém!
Adriano Souza 27/12/05 23:14 H
Desorientado
Sem referencial
Me sinto desgovernado
Sem sentido
Sem destino
Me sinto cambaleando
Pela estrada da vida
Vou tropeçando nas pedras que encontro
Vou seguindo
Vou vivendo meus baixos
Seguindo de encontro
Com a esperança
Que se afasta
Se esconde
Que foge de mim
Por entre meus obstáculos.
Me sinto triste
Baixo astral
Me sinto afogado
Em duvidas
Me sinto perturbado pelo sol
Me sinto acalmado pela noite
Me sinto sufocado
O som das palavras que se agarram em minha garganta
Me sinto sozinho
No vazio de minha mente
Me sinto enganado pelos meus olhos
Que distorcem tudo que vejo
Me sinto mudo
Pois ninguém me ouve
Me sinto um nada
Pois ninguém me quer
Ninguém me deseja
Me sinto desesperado
Em busca de algo
Que não encontro
Algo que não sei o que é
Me sinto suportado
Por pena
Por dó
Me sinto sem forças
De lutar contra os que me ferem
Me sinto assim
Talvez uma pessoa
Talvez ninguém!
Adriano Souza 27/12/05 23:14 H
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